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AS ENTIDADES QUE ASSINAM A
ATA DE CRIAÇÃO DO FUNDO
Fiesc – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina
Acib – Associação Empresarial de Blumenau
CDL – Câmara dos Dirigentes Lojistas
Sintex – Sindicato das Indústrias Têxteis de Blumenau
Sindicato das Indústrias Gráficas de Blumenau
Consult – Conselho Consultivo Superior de Governo de Santa Catarina
Intersindical Patronal de Blumenau
Sinfac – Sindicato das Empresas de Fomento Mercantil
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Contribuições para a aquisição de terrenos já podem ser feitas através da seguinte conta:
Banco Bradesco
Agência: 2186-5 - Agência Trindade
Conta Corrente: 36000-7
CNPJ: FIESC - 83.873.877/0001-14
Solidariedade Volta ao Lar
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Uma iniciativa de empresários e entidades catarinenses resultou na criação do Fundo de Solidariedade Volta ao Lar, um projeto que prevê a compra de terrenos para a construção de pelo menos 5 mil novas unidades habitacionais em toda a região do Vale do Itajaí, assolada com a mais trágica calamidade de sua história. O valor das áreas necessárias e sua infra-estrutura deve alcançar R$ 50 milhões.
O Fundo de Solidariedade de Volta ao Lar foi criado na última quinta-feira, dia 27, e já conta com um grande parceiro. O Bradesco, banco que abriu uma conta para receber doações, já depositou R$ 100 mil por iniciativa de seu presidente, Márcio Cypriano. A conta está vinculada à Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), uma das entidades responsáveis pela iniciativa.
A empresária Sônia Regina Hess de Souza, presidente da Dudalina, explica que o fundo será destinado a aquisição de terrenos em áreas seguras dentro das diversas cidades atingidas pela catástrofe. Sônia é integrante do Conselho Consultivo Superior de Governo de Santa Catarina (Consult).
“Os terrenos serão comprados e repassados a instituições públicas para a construção das unidades habitacionais”, destaca a empresária. “Serão escolhidas áreas próximas aos locais atingidos, para que as pessoas relocadas possam ficar perto das comunidades onde viviam. A disponibilização dos terrenos é a primeira etapa. Posteriormente, os imóveis poderão ser erguidos com recursos do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal”.
Para que os terrenos possam ser comprados, os empresários enviaram ao governador Luis Henrique da Silveira uma proposta para que 100% da arrecadação do Fundo Social proveniente das empresas da região sejam destinados ao programa.
A SOLIDARIEDADE AGORA DEVE SER EM DINHEIRO
“O Brasil está dando um exemplo gigantesco de solidariedade. As doações em alimentos, roupas, colchões e cobertores representam a solução do problema imediato, que vem sendo resolvido de forma eficaz com a contribuição de todos. Estamos entrando na fase de levantar recursos financeiros para que os desabrigados possam voltar a ter uma casa, pois em muitos locais houve o desaparecimento de ruas inteiras”, destaca a empresária Sônia Hess.
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